

Nos dias 6 e 7 de junho, a partir das 10 horas, acontece o seminário ARECA, dirigido pela equipa de sociólogas do projeto. Este seminário será constituído por conferências, debates, mesas redondas, oficinas práticas e exposições relacionadas aos de trabalho destes dois anos de projeto.
O primeiro dia será nas instalações de Iscte – Instituto Universitário de Lisboa e o segundo na Escola Secundária João de Barros, em Corroios, no Seixal.
O programa do seminário será divulgado em breve.

Dia 5 de junho, a partir das 19 horas, artistas, professores/as e estudantes de três países reúnem-se no Teatro Jesús Ibañez de Matauco em Vitoria-Gasteiz para as apresentações finais de três adaptações de espetáculos da coreógrafa portuguesa Cláudia Dias trabalhados durante o ano letivo 2024-25.
Em cada território, estas estruturas e artistas trabalharam com os e as estudantes numa obra do ciclo de criação de Cláudia Dias ‘Sete Anos Sete Peças’. Exploram de forma colaborativa tanto as práticas performativas como a escrita criativa e o pensamento crítico através de metodologias didáticas comuns a todo o projeto.
Em «𝗤𝗨𝗔𝗥𝗧𝗔–𝗙𝗘𝗜𝗥𝗔» adaptação portuguesa de ‘Quarta-Feira: o tempo das cerejas’, os e as estudantes exploram 5 cidades imaginadas: a cidade difícil de entender, a cidade dividida ao meio, a cidade torta, a cidade futurista e a cidade invadida pela natureza. Para cada uma delas foram utilizados recursos artísticos distintos como o desenho, a manipulação de objetos, a composição e interpretação musical, o teatro e a escrita de texto e a coreografia.
Em «𝗘́𝗥𝗔𝗦𝗘 𝗨𝗡𝗔 𝗩𝗘𝗭 𝗨𝗡 𝗝𝗨𝗘𝗩𝗘𝗦», adaptação espanhola de ‘Quinta-feira: Abracadabra‘, os e as estudantes invocam, como um mantra, as palavras mágicas que evocam histórias que evocam outras histórias. Histórias que, acima de tudo, nos convocam para um aqui e agora, numa escuta partilhada. Contar e ouvir. Contar e ouvir. Que histórias nos contam? Que histórias não nos contam? Que histórias queremos contar? Que histórias queremos que nos contem? Quem conta as histórias? Quem é que eles contam nas histórias que nos contam?
Em «𝗩𝗘𝗡𝗗𝗥𝗘𝗗𝗜», adaptação francesa de ‘Sexta-feira: o fim do mundo… ou então não’, as alunas falam sobre a juventude, com uma peça de teatro e dança sobre as aspirações e realidades atuais. As jovens mulheres em palco unem os seus sonhos numa experiência coletiva em que os movimentos coreográficos se fundem com as palavras. É um convite a pensar, sentir e partilhar, criando um diálogo entre gerações.

No dia 3 de junho de 2025, às 19 horas, a equipa da Rouge Elea apresentará pela primeira vez «𝗩𝗘𝗡𝗗𝗥𝗘𝗗𝗜», adaptação francesa da peça ‘Sexta-feira: o fim do mundo… ou então não’ em Halles de Gaztelu, em Hendaye.
As alunas falam sobre a juventude, com uma peça de teatro e dança sobre as aspirações e realidades atuais. As jovens mulheres em palco unem os seus sonhos numa experiência coletiva em que os movimentos coreográficos se fundem com as palavras. É um convite a pensar, sentir e partilhar, criando um diálogo entre gerações.

No dia 1 de junho de 2025, às 18 horas, a equipa da Sete Anos apresentará pela primeira vez «𝗤𝗨𝗔𝗥𝗧𝗔–𝗙𝗘𝗜𝗥𝗔», adaptação portuguesa da peça ‘Quarta–feira: O tempo das cerejas’ no Auditório Municipal do Fórum Cultural do Seixal, em Portugal.
Nesta adaptação os alunos exploram 5 cidades imaginadas: a cidade difícil de entender, a cidade dividida ao meio, a cidade torta, a cidade futurista e a cidade invadida pela natureza. Para cada uma delas foram utilizados recursos artísticos distintos como o desenho, a manipulação de objectos, a composição e interpretação musical, o teatro e a escrita de texto e a coreografia.
Nos dias 18, 19, 20 e 21 de novembro a equipa do ARECA (Pé de Cabra, Sete Anos, ISCTE-UL, AZALA e Rouge Elea) estará numa residência de capacitação artística presencial no espaço da Azala em Victoria-Gasteiz (Espanha).
Esta residência engloba sessões práticas com a Sete Anos, a AZALA e a Rouge Elea, de gestão administrativa do projeto com as Pé de Cabra, de revisão de literatura com as sociólogas do ISCTE_UL e de planeamento de comunicação com a AZALA.

CLUBE RECREATIVO DA CRUZ DE PAU, AMORA (SEIXAL, PORTUGAL)
“Atenção à direita!” foi o aviso de Cláudia Dias quando, por volta de 2016, sofríamos as medidas de austeridade de um governo de direita que tudo fez para nos atirar para o chão.
Agora, em 2023, nos 50 anos do 25 de abril, com a democracia a ser ameaçada novamente, estes alunos obrigam-nos a olhar para a direita uma vez mais, mas também para cima das nossas cabeças: os ataques transcendem as barreiras físicas de um país, e noutros lugares os ataques chegam do céu, materializados em drones que largam bombas.
Em “Segunda e Terça-Feira”, estes alunos combinam a luta (física e em palavras) das suas ambições e da sua história, com um olhar para fora da sua bolha, abraçando outras realidades que, apesar de distantes e mais violentas, se podem sentir perto através da empatia.
Haverá um ringue, luvas de boxe, luta com punhos e palavras, tal como linhas que contarão histórias e nos mostrarão uma realidade que não vemos, ou que escolhemos não ver.
ESPAÇO ACOME + ACADEMIA ALMADENSE (ALMADA, PORTUGAL)
Foram dias intensos em Almada! A primeira sessão de capacitação presencial do ARECA reuniu a equipa de Portugal e do País Basco Euskadi no Espaço ACOME e na Academia Almadense. Os dias preencheram-se de discussões frutíferas tocaram em vários pontos da nossa atividade:
Os parceiros tiveram também oportunidade de assistir a sessões com os alunos.
